Seguindo a premissa do pioneirismo e atenção aos seus beneficiários, a Funape realizará no próximo 16 de fevereiro a palestra “A Doença de Alzheimer - a família e o cuidador”, no Centro de Treinamento Previdenciário da Funape, no 1º andar de seu edifício sede. Quem ministra a palestra é a assistente social Selma Castro de Lima, voluntária da Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAZ) e conselheira do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa do Recife.
“O objetivo é aumentar a proximidade com os aposentados e pensionistas, assegurando cada vez mais a satisfação dos nossos beneficiários. Permitir que ele possa tirar dúvidas, fique mais bem informado e esteja plenamente amparado”, comenta a diretora presidente da Funape, Cláudia Correia. A oferta de cursos e palestras aos servidores aposentados e pensionistas faz parte do Programa de Integração e Valorização dos Aposentados e Pensionistas, sendo esta uma das metas prioritárias do Planejamento Estratégico da Funape.
O evento, que é organizado pela coordenadoria de Gestão de Pessoas da Funape, realiza inscrições através do 3183-3882, até a data de início da palestra. Durante o evento, serão sorteados dois livros sobre o tema aos participantes. “Minha meta é apresentar a doença de Alzheimer e mostrar todas as implicações dela para a sociedade, família e para o cuidador. É um esclarecimento para eles entenderem melhor sobre a doença”, comenta Selma Castro de Lima, a palestrante desta edição.
Outro ponto que pretende ser abordado durante o evento é o dia a dia de quem tem e daqueles que convivem com a doença. “Esquecimentos que afetam a capacidade de administrar o cotidiano somados à desorientação espacial indicam a doença. Em geral, o paciente resiste, não entende o que acontece. A família demora a perceber e atribui tudo à idade. Aceitar o diagnóstico da doença de Alzheimer é difícil e doloroso, mas é necessário", analisa Selma.
CONHECENDO A DOENÇA
Estima-se que exista 1,2 milhão de pacientes com essa doença no Brasil e, a cada ano, surjam 100 mil novos casos. O mal de Alzheimer é mais conhecido pela sua característica perda de memória. Entretanto, esse não é o único sintoma que a doença produz. Outros agravantes como confusão mental, irritabilidade, agressividade, alterações de humor, falhas na linguagem, perda de memória em longo prazo e, com o passar do tempo, o desligamento do paciente com a realidade, são detectados durante o desenvolvimento da doença.
A chamada memória de trabalho é a primeira a ser afetada. A memória de trabalho é usada para guardar informações operacionais, importantes no dia a dia, mas que esquecemos logo, como o número de um telefone ou um novo endereço. Uma manifestação para a qual a família deve prestar atenção é a desorientação: quando a pessoa vai a um lugar conhecido e, de repente, se perde. Este é um sintoma importante para o diagnóstico da doença de Alzheimer.
Manter o cérebro aceso, alerta, é fundamental para evitar e retardar as demências. Uma avaliação feita na década de 70, em um hospital de Chicago, nos Estados Unidos, com 642 idosos, demonstrou que cada ano de escolaridade reduz o risco de desenvolver Alzheimer em 17%. Uma pesquisa mais recente, de 2003, mostrou que as habilidades e o conhecimento eram preservados por mais tempo nas pessoas instruídas. Nelas, os sintomas só apareciam nas fases mais avançadas da doença.
SERVIÇO
Palestra “A Doença de Alzheimer - a família e o cuidador”
Quando: 16 de fevereiro, às 9h
Local: Auditório da Funape, 1º andar
Rua Henrique Dias, s/n.º - Derby
Público Alvo: Aposentados, pensionistas e familiares.
Inscrições: (081) 3183-3882
FUNAPE REALIZA PALESTRA PARA OS APOSENTADOS E PENSIONISTAS
26/07/2013