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ASSESSORA DA FUNAPE LANÇA LIVRO INFANTIL SOBRE MEIO AMBIENTE

Nem só de Previdência vive a Fundação de Aposentadorias e Pensões dos Servidores do Estado (Funape). O talento artístico e a veia literária também vagueiam pelos setores que fazem gerir o Regime Próprio de Previdência Social (RPPS). A advogada Valéria Guz é um desses destaques e acaba de lançar na Fliportinho, Feira Literária voltada para crianças, a sua última criação: o livro infantil “Coleta Seletiva e Reciclagem – Ações de Cidadania e Sustentabilidade”.
Valéria Guz, que já é autora de “Frutos de Minh’alma (livro de crônicas e poesias), lançado em 2007, na Funape e em vários municípios do Estado, se lança no mercado como escritora infantil, desenvolvendo um tema de extrema importância e muito em voga dentro da nova ordem mundial: a preservação do meio ambiente. A idéia é conscientizar crianças de 7 a 12 anos sobre a importância de proteger o meio ambiente e mostrar como ações simples podem preservar os recursos naturais. “As noções básicas de coleta seletiva e reciclagem despertam nas crianças o respeito e o amor à natureza, permitindo uma nova visão de mundo. Eu entendo que a educação ambiental, desde o começo da vida, é mais fácil e eficaz, porque é através da consciência coletiva de preservação, que elas saberão exigir os seus direitos e respeitar os direitos dos outros”, declarou Valéria.
A repercussão em torno da nova obra rendeu convites para a escritora, que no início de setembro, também fez lançamento na livraria Saraiva e agora se prepara para participar da sétima edição da Bienal Internacional do Livro de Pernambuco, onde textos sobre o meio ambiente foram selecionados e serão debatidos no espaço Conte a sua Estória. A Bienal será realizada, de 2 a 12 de outubro, no pavilhão do Centro de Convenções, em Olinda, das 10h às 22h, com entrada gratuita. Em novembro, Valéria Guz estará na Fliporto, em Porto de Galinhas, e, desta vez, para tentar sensibilizar os pais das crianças, no ensino formativo, considerando, segundo ela, “a necessidade de se desenvolver uma ética ambiental, que permita entender o ser humano, não como o centro do mundo, mas como ser integrado e participante”, justificou.