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SERVIDORES DA FUNAPE PARTICIPAM DE CAPACITAÇÃO PARA FORMAR BRIGADA DE INCÊNDIO NO ÓRGÃO

BRIGADA 01A Funape iniciou, em parceria com o Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco, a capacitação de servidores para a formação de uma brigada de incêndio no órgão. A aula foi conduzida pelo 1º SGT Júlio, do Centro de Comunicação Social, do CBM-PE, que falou sobre tipos de incêncio, como combatê-los e o que fazer em situações de risco. Nas próximas apresentações, serão abordadas técnicas de primeiros socorros e o abandono de área em casos de princípio de incêndio.
 
O 1º SGT Júlio explicou que alguns incêndios iniciam por situações que podem ser evitadas, como uma vela acesa perto que produtos inflamáveis ou equipamentos elétricos que não recebem a manutenção adequada. Ele completou dizendo que, dependendo da quantidade de artefatos combustíveis existentes no local, o fogo pode ser rapidamente debelado ou se espalhar com facilidade.
 
"O principal comburente presente na natureza é o oxigênio. Então, dependendo da situação, é só tirar os materiais combustíveis de perto e fechar a sala, por exemplo, até o fogo consumir o oxigênio. Sem oxigênio no local, o fogo vai se apagar sozinho", exemplificou o militar.
 
No entanto, o 1º SGT Júlio destacou que é preciso reconhecer as situações em que é possível apagar um princípio de incêndio sem a ajuda especializada ou quando é necessário abandonar a área e chamar os bombeiros. "Se você conseguir chegar a dois metros do fogo sem que o calor queime a sua pele ou que a labareda não cause um acidente, como a queda do teto, você pode pegar um extintor e apagar, com certa técnica, o princípio de incêndio. Porém, se você estiver nessa distância mínima e já queimar a sua pele ou houver o risco de outros acidentes, é hora de sair do local e acionar os bombeiros", afirmou.
 
No final, o palestrante falou da importância dos treinamentos de incêndio e da necessidade da participação de todos os servidores para que cada um saiba exatamente o que fazer num real momento de risco. "Não dá para ficar 'ah, mas é um treinamento. Então, não vou participar'. É preciso estar ciente do que fazer e a participação de cada um pode ser decisiva para salvar vidas", concluiu o 1º SGT Júlio.